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DECLARAÇÃO DE FÉ

A Igreja Batista do Trono é uma igreja essencialmente bíblica e apresenta abaixo sua declaração de Fé, baseada completamente em princípios e ensinamentos bíblicos.

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I - Escrituras Sagradas

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A Bíblia é a Palavra de Deus em linguagem humana.1 É o registro da revelação que Deus fez de si mesmo aos homens.2 Sendo Deus seu verdadeiro autor, foi escrita por homens inspirados e dirigidos pelo Espírito Santo.3 Tem por finalidade revelar os propósitos de Deus, levar os pecadores à salvação, edificar os crentes e promover a glória de Deus.4 Seu conteúdo é a verdade, sem mescla de erro, e por isso é um perfeito tesouro de instrução divina.5 Revela o destino final do mundo e os critérios pelo qual Deus julgará todos os homens.6 A Bíblia é a autoridade única em matéria de religião, fiel padrão pelo qual devem ser aferidas as doutrinas e a conduta dos homens.7 Ela deve ser interpretada sempre à luz da pessoa e dos ensinos de Jesus Cristo.8

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1. Sl 119.89; Hb 1.1; Is 40.8; Mt 24.35; Lc 24.44,45; Jo 10.35; Rm 3.2; 1Pe 1.25; 2Pe 1.21

 2. Is 40.8; Mt 22.29; Hb 1.1,2; Mt 24.35; Lc 24.44,45; 16.29; Rm 16.25,26; 1Pe 1.25

3. Ex 24.4; 2Sm 23.2; At 3.21; 2Pe 1.21

4. Lc 16.29; Rm 1.16; 2Tm 3.16,17; 1Pe 2.2; Hb 4.12; Ef 6.17; Rm 15.4

5. Sl 19.7-9; 119.105; Pv 30.5; Jo 10.35; 17.17; Rm 3.4; 15.4; 2Tm 3.15-17

6.  Jo 12.47,48; Rm 2.12,13

7. 2Cr 24.19; Sl 19.7-9; Is 34.16; Mt 5.17,18; Is 8.20; At 17.11; Gl 6.16; Fp 3.16; 2Tm 1.13

8. Lc 24.44,45; Mt 5.22,28,32,34,39; 17.5; 11.29,30; Jo 5.39,40; Hb 1.1,2; Jo 1.1,2,14

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II - Deus

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O único Deus vivo e verdadeiro é Espírito pessoal, eterno, infinito e imutável; é onipotente, onisciente, e onipresente; é perfeito em santidade, justiça, verdade e amor.1 Ele é o criador, sustentador, redentor, juiz e Senhor da história e do universo, que governa pelo seu poder, dispondo de todas as coisas, de acordo com o seu eterno propósito e graça.2 Deus é infinito em santidade e em todas as demais perfeições.3 Por isso, a ele devemos todo o amor, culto e obediência.4 Em sua triunidade, o eterno Deus se revela como Pai, Filho e Espírito Santo, pessoas distintas mas sem divisão em sua essência.5

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1. Dt 6.4; Jr 10.1; Sl 139; 1Co 8.6; 1Tm 2.5,6; Ex 3.14; 6.2,3; Is 43.15; Mt 6.9; Jo 4.24; 1Tm 1.17; Ml 3.6; Tg 1.17; 1Pe 1.16,17

2. Gn 1.1; 17.1; Ex 15.11-18; Is 43.3; At 17.24-26; Ef 3.11; 1Pe 1.17

3. Ex 15.11; Is 6.2; 57.15; Jó 34.10

4. Mt 22.37; Jo 4.23,24; 1Pe 1.15,16

5.  Mt 28.19; Mc 1.9-11; 1Jo 5.7; Rm 15.30; 2Co 13.13; Fp 3.3

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1 - Deus Pai

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Deus, como Criador, manifesta disposição paternal para com todos os homens.1 Historicamente ele se revelou primeiro como pai ao povo de Israel, que escolheu consoante os propósitos de sua graça.2 Ele é Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem enviou a este mundo para salvar os pecadores e deles fazer filhos por adoção.3 Aqueles que aceitam a Jesus Cristo e nele creem são feitos filhos de Deus, nascidos pelo seu Espírito, e, assim, passam a tê-lo como Pai celestial, dele recebendo proteção e disciplina.4

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1.  Is 64.8; Mt 6.9; 7.11; At 17.26-29; 1Co 8.6; Hb 12.9

2. Ex 4.22,23; Dt 32.6-18; Is 1.2,3; 63.16; Jr 31.9

3. Sl 2.7; Mt 3.17; 17.5; Lc 1.35; Jo 1.12

4. Mt 23.9; Jo 1.12,13; Rm 8.14-17; Gl 3.26; 4.4-7; Hb 12.6-11

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2 - Deus Filho

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Jesus Cristo, um em essência com o Pai, é o eterno Filho de Deus.1 Nele, por ele e para ele foram criadas todas as coisas.2 Na plenitude dos tempos ele se fez carne, na pessoa real e histórica de Jesus Cristo, gerada pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, sendo, em sua pessoa, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.3 Jesus é a imagem expressa do seu Pai, a revelação suprema de Deus ao homem.4 Ele honrou e cumpriu plenamente a lei divina e revelou e obedeceu toda a vontade de Deus.5 Identificou-se perfeitamente com os homens, sofrendo o castigo e expiando a culpa de nossos pecados, conquanto ele mesmo não tivesse pecado.6 Para salvar-nos do pecado, morreu na cruz, foi sepultado e ao terceiro dia ressurgiu dentre os mortos e, depois de aparecer muitas vezes a seus discípulos, ascendeu aos céus, onde, à destra do Pai, exerce o seu eterno sumo sacerdócio.7 Jesus Cristo é o único Mediador entre Deus e os homens e o único e suficiente Salvador e Senhor.8 Pelo seu Espírito ele está presente e habita no coração de cada crente e na igreja.9 Ele voltará visivelmente a este mundo em grande poder e glória, para julgar os homens e consumar sua obra redentora.10

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1. Sl 2.7; 110.1; Mt 1.18-23; 3.17; 8.29; 14.33; 16.16,27; 17.5; Mc 1.1; Lc 4.41; 22.70; Jo 1.1,2; 11.27; 14.7-11; 16.28

2. Jo 1.3; 1Co 8.6; Cl 1.16,17

3.  Is 7.14; Lc 1.35; Jo 1.14; Gl 4.4,5

4. Jo 14.7-9; Mt 11.27; Jo 10.30,38; 12.44-50; Cl 1.15,19; 2.9; Hb 1.3

5. Is 53; Mt 5.17; Hb 5.7-10

6. Rm 8.1-3; Fp 2.1-11; Hb 4.14,15; 1Pe 2.21-25

7. At 1.6-14; Jo 19.30,35; Mt 28.1-6; Lc 24.46; Jo 20.1-20; At 2.22-24; 1Co 15.4-8

8.  Jo 14.6; At 4.12; 1Tm 2.4,5; At 7.55,56; Hb 4.14-16; 10.19-23

9. Mt 28.20; Jo 14.16,17; 15.26; 16.7; 1Co 6.19

10. At 1.11; 1Co 15.24-28; 1Ts 4.14-18; Tt 2.13

 

3 - Deus Espírito Santo

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O Espírito Santo, um em essência com o Pai e com o Filho, é pessoa divina.1 É o Espírito da verdade.2 Atuou na criação do mundo e inspirou os homens a escreverem as Sagradas Escrituras.3 Ele ilumina os homens e os capacita a compreenderem a verdade divina.4 No dia de Pentecostes, em cumprimento final da profecia e das promessas quanto à descida do Espírito Santo, ele se manifestou de maneira singular, quando os primeiros discípulos foram batizados no Espírito, passando a fazer parte do Corpo de Cristo que é a Igreja. Suas outras manifestações, constantes no livro Atos dos Apóstolos, confirmam a evidência de universalidade do dom do Espírito Santo a todos os que creem em Cristo.5 Ele dá testemunho de Jesus Cristo e o glorifica.7 Convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo.8 Opera a regeneração do pecador perdido.9 Sela o crente para o dia da redenção final.10 Habita no crente.11 Guia-o em toda a verdade.12 Capacita-o a obedecer a vontade de Deus.13 Distribui dons aos filhos de Deus para a edificação do Corpo de Cristo e para o ministério da Igreja no mundo.14 Sua plenitude e seu fruto na vida do crente constituem condições para uma vida cristã vitoriosa e testemunhante.15 O batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade 16 Os dons espirituais são distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontades 17

 

1. Gn 1.2; Jó 23.13; Sl 51.11; 139.7-12; Is 61.1-3; Lc 4.19,18; Jo 4.24; 14.16,17; 15.26; Hb 9.14; 1Jo 5.6,7; Mt 28.19

2.  Jo 16.13; 14.17; 15.26

3.  Gn 1.2; 2Tm 3.16; 2Pe 1.21

4. Lc 12.12; Jo 14.16,17,26; 1Co 2.10-14; Hb 9.8

5.  Jl 2.28-32; At 1.5; 2.1-4; Lc 24.29; At 2.41; 8.14-17; 10.44-47; 19.5-7; 1Co 12.12-15

6.  1Co 12.12-15

7.  Jo 14.16,17; 16.13,14

8.  Jo 16.8-11

9.  Jo 3.5; Rm 8.9-11

10.  Ef 4.30

11.  Rm 8.9-11

12.  Jo 16.13

13. Ef 5.16-25

14.  1Co 12.7,11; Ef 4.11-13

15. Ef 15.18-21; Gl 5.22,23; At 1.8

16. At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7

17. 1 Co 12.1-12

III - O Homem

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Por um ato especial, o homem foi criado por Deus à sua imagem e conforme a sua semelhança e disso decorrem o seu valor e dignidade.1 Seu corpo foi feito do pó da terra e para o mesmo pó há de voltar.2 Seu espírito procede de Deus e para ele retornará.3 O criador ordenou que o homem domine, desenvolva e guarde a obra criada.4 Criado para a glorificação de Deus.5 Seu propósito é amar, conhecer e estar em comunhão com seu Criador, bem como cumprir sua divina vontade.6 Ser pessoal e espiritual, o homem tem capacidade de perceber, conhecer e compreender, ainda que em parte, intelectual e experimentalmente, a verdade revelada, e tomar suas decisões em matéria religiosa, sem mediação, interferência ou imposição de qualquer poder humano, seja civil ou religioso.7

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1. Gn 1.26-31; 18.22; 9.6; Sl 8.1-9; Mt 16.26

2. Gn 2.7; 3.19; Ec 3.20; 12.7

3. Ec 12.7; Dn 12.2,3

4. Gn 1.21; 2.1; Sl 8.3-8

5. At 17.26-29; 1Jo 1.3,6,9

6.  Jr 9.23,24; Mq 6.8; Mt 6.33; Jo 14.23; Rm 8.38,39

7. Jo 1.4-13; 17.3; Ec 5.14,17; 1Tm 2.5; Jó 19.25,26; Jr 31.3; At 5.29; Ez 18.20; Dn 12.2; Mt 25.32,46; Jo 5.29; 1Co 15; 1Ts 4.16,17; Ap 20.11-30

 

IV - O Pecado

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No princípio o homem vivia em estado de inocência e mantinha perfeita comunhão com Deus.1 Mas, cedendo à tentação de Satanás, num ato livre de desobediência contra seu Criador, o homem caiu no pecado e assim perdeu a comunhão com Deus e dele ficou separado.2 Em consequência da queda de nossos primeiros pais, todos somos, por natureza, pecadores e inclinados à prática do mal.3 Todo pecado é cometido contra Deus, sua pessoa, sua vontade e sua lei.4 Mas o mal praticado pelo homem atinge também o seu próximo.5 O pecado maior consiste em não crer na pessoa de Jesus Cristo, o Filho de Deus, como salvador pessoal.6 Como resultado do pecado, da incredulidade e da desobediência do homem contra Deus, ele está sujeito à morte e à condenação eterna, além de se tornar inimigo do próximo e da própria criação de Deus.7 Separado de Deus, o homem é absolutamente incapaz de salvar-se a si mesmo e assim depende da graça de Deus para ser salvo.8

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1. Gn 2.15-17; 3.8-10; Ec 7.29

2. Gn 3; Rm 5.12-19; Ef 2.12; Rm 3.23

3. Gn 3.12; Rm 5.12; Sl 51.15; Is 53.6; Jr 17.5; Rm1.18-27; 3.10-19; 7.14-25; Gl 3.22; Ef 2.1-3

4. Sl 51.4; Mt 6.14; Rm 8.7-22

5. Mt 6.14,15; 18.21-35; 1Co 8.12; Tg 5.16

6.  Jo 3.36; 16.9; 1Jo 5.10-12

7. Rm 5.12-19; 6.23; Ef 2.5; Gn 3.18; Rm 8.22

8. Rm 3.20; Gl 3.10,11; Ef 2.8,9

 

V - Salvação

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A salvação é outorgada por Deus pela sua graça, mediante arrependimento do pecador e da sua fé em Jesus Cristo como único Salvador e Senhor.1 O preço da redenção eterna do crente foi pago de uma vez por Jesus Cristo, pelo derramamento do seu sangue na cruz.2 A salvação é individual e significa a redenção do homem na inteireza do seu ser.3 É um dom gratuito que Deus oferece a todos os homens e que compreende a regeneração, a justificação, a santificação e a glorificação.4

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1. Sl 37.39; Is 55.5; Sf 3.17; Tt 2.9-11; Ef 2.8,9; At 15.11; 4.12

2. Is 53.4-6; 1Pe 1.18-25; 1Co 6.20; Ef 1.7; Ap 5.7-10

3. Mt 116.24; Rm 10.13; 1Ts 5.23,24; Rm 5.10

4. Rm 6.23; Hb 2.1-4; Jo 3.14; 1Co 1.30; At 11.18

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A regeneração é o ato inicial da salvação em que Deus faz nascer de novo o pecador perdido, dele fazendo uma nova criatura em Cristo. É obra do Espírito Santo em que o pecador recebe o perdão, a justificação, a adoção como filho de Deus, a vida eterna..1 Há duas condições para o pecador ser regenerado: arrependimento e fé. O arrependimento implica mudança radical do homem interior, por força do que ele se afasta do pecado e se volta para Deus. A fé é a confiança e aceitação de Jesus Cristo como Salvador e a total entrega da personalidade a ele por parte do pecador.2 Nessa experiência de conversão o homem perdido é reconciliado com Deus, que lhe concede perdão, justiça e paz.3

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1.  Dt 30.6; Ez 36.26; Jo 3.3-5; 1Pe 1.3; 2Co 5.17; Ef 4.20-24

2.  Tt 3.5; Rm 8.2; Jo 1.11-13; Ef 4.32; At 11.17

3. 2Co 1.21,22; Ef 4.30; Rm 8.1; 6.22

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A justificação, que ocorre simultaneamente com a regeneração, é o ato pelo qual Deus, considerando os méritos do sacrifício de Cristo, absolve, no perdão, o homem de seus pecados e o declara justo, capacitando-o para uma vida de retidão diante de Deus e de correção diante dos homens.1 Essa graça é concedida não por causa de quaisquer obras meritóritaspraticadas pelo homem mas por meio de sua fé em Cristo.2

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1.  Is 53.11; Rm 8.33; 3.24

2. Rm 5.1; At 13.19; Mt 9.6; 2Co 5.31; 1Co 1.30

3. Gl 5.22; Fp 1.9-11

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A santificação é o processo que, principiando na regeneração, leva o homem à realização dos propósitos de Deus para sua vida e o habilita a progredir em busca da perfeição moral e espiritual de Jesus Cristo, mediante a presença e o poder do Espírito Santo que nele habita.1 Ela ocorre na medida da dedicação do crente e se manifesta através de um caráter marcado pela presença e pelo fruto do Espírito, bem como por uma vida de testemunho fiel e serviço consagrado a Deus e ao próximo.2

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1.  Jo 17.17; 1Ts 4.3; 5.23; 4.7

2. Pv 4.18; Rm 12.1,2; Fp 2.12,13; 2Co 7.1; 3.18; Hb 12.14; Rm 6.19

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A glorificação é o ponto culminante da obra da salvação.1 É o estado final, permanente, da felicidade dos que são redimidos pelo sangue de Cristo.2

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1. Rm 8.30; 2Pe 1.10,11; 1Jo 3.2; Fp 3.12; Hb 6.11

2. 1Co 13.12; 1Ts 2.12; Ap 21.3,4

 

 

VI- O Batismo e a Ceia do Senhor

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O batismo e a ceia do Senhor são as duas ordenanças da igreja estabelecidas pelo próprio Jesus Cristo, sendo ambas de natureza simbólica.1 O batismo consiste na imersão do crente em água, após sua pública profissão de fé em Jesus Cristo como Salvador único, suficiente e pessoal.2 Simboliza a morte e sepultamento do velho homem e a ressurreição para uma nova vida em identificação com a morte, sepultamento e ressurreição do Senhor Jesus Cristo e também prenúncio da ressurreição dos remidos.3 O batismo, que é condição para ser membro de uma igreja, deve ser ministrado sob a invocação do nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.4 A ceia do Senhor é uma cerimônia da igreja reunida, comemorativa e proclamadora da morte do Senhor Jesus Cristo, simbolizada por meio dos elementos utilizados: O pão e o vinho.5 Nesse memorial o pão representa seu corpo dado por nós no Calvário e o vinho simboliza o seu sangue derramado.6 A ceia do Senhor é  celebrada pela igreja até a volta de Cristo e sua celebração pressupõe o batismo bíblico e o cuidadoso exame íntimo dos participantes.7

 

1. Mt 3.5,6,13-17; Jo 3.22,23; 4.1,2; 1Co 11.20,23-30

2. At 2.41,42; 8.12,36-39; 10.47,48

3. Rm 6.3-5; Gl 3.27; Cl 2.12

4. Mt 28.19; At 2.38,41,42; 10.48

5-6. Mt 26.26-29; 1Co 10.16,17-21; 11.23-29

7. Mt 26.29; 1Co 11.26-28; At 2.42; 20.4-8

 

VII. A Igreja 

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Cremos que uma Igreja visível de Cristo é uma congregação de crentes batizados01, associados pelo pacto na fé e comunhão do Evangelho02; observando as ordenanças de Cristo03; governados por suas Leis04, e exercitando os dons, direitos, e privilégios investidos neles pela sua Palavra05; vivendo a comunhão dos santos, o exército dos ministériosatravés de Apóstolos, Profetas, Pastores, Evangelistase mestres, e dos dons para edificação do corpo e cumprimento da missão de anunciação do evangelho.

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1Co 1.1-13, Mt 18.17, At 5.11, 8.1, 1Co 4.17, 14.23, 3Jo 9, 1Tm 3.5 

At 2.41-42, 2Co 8.5, At 2.47, 1Co 5.12-13 

1Co 11.2, 2Ts 3.6, Rm 16.17-20, 1Co 11.23-27, Mt 18.15-20, 1Co 5.1-6, 2Co 2.7, 1Co 4.17 

Mt 28.20, Jo 14.15, 15.12, 1Jo 4.21, Jo 14.21, 1Ts 4.2, 2Jo 6, Gl 6.2,

EF 4:11ª16 , I cor 12

 

 

XII - Mordomia

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Mordomia é a doutrina bíblica que reconhece Deus como Criador, Senhor e Dono de todas as coisas.1 Todas as bênçãos temporais e espirituais procedem de Deus e por isso os homens devem a ele o que são e possuem e, também, o sustento.2 O crente pertence a Deus porque Deus o criou e o remiu em Jesus Cristo.3 Pertencendo a Deus, o crente é mordomo ou administrador da vida, das aptidões, do tempo, dos bens, da influência, das oportunidades, dos recursos naturais e de tudo o que Deus lhe confia em seu infinito amor, providência e sabedoria.4 Cabe ao crente o dever de viver e comunicar ao mundo o Evangelho que recebeu de Deus.5 As Escrituras Sagradas ensinam que o plano específico de Deus para o sustento financeiro de sua causa consiste na entrega pelos crentes de dízimos e ofertas alçadas.6 Devem eles trazer à igreja sua contribuição sistemática e proporcional com alegria e liberdade, para o sustento do ministério, das obras de evangelização, beneficência e outras.7

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1. Gn 1.1; 14.17-20; Sl 24.1; Ec 11.9; 1Co 10.26

2. Gn 14.20; Dt 8.18; 1Cr 29.14-16; Tg 1.17; 2Co 8.5

3. Gn 1.27; At 17.28; 1Co 6.19,20; Tg 1.21; 1Pe 1.18-21

4. Mt 25.14-30; 31.46

5. Rm 1.14; 1Co 9.16; Fp 2.16

6. Gn 14.20; Lv 27.30; Pv 3.9,10; Ml 3.8-12; Mt 23.26

7. At 11.27-30; 1Co 8.1-3; 2Co 8.1-15; Fp 4.10-18

 

 

XIII - Evangelização e Missões 

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A missão primordial do povo de Deus é a evangelização do mundo, visando à reconciliação do homem com Deus.1 É dever de todo discípulo de Jesus Cristo e de todas as igrejas proclamar, pelo exemplo e pelas palavras, a realidade do Evangelho, procurando fazer novos discípulos de Jesus Cristo em todas as nações, cabendo à igreja batizá-los a observar todas as coisas que Jesus ordenou.2 A responsabilidade da evangelização estende-se até aos confins da terra e por isso a igreja deve promover a obra de missões, rogando sempre ao Senhor que envie obreiros para a sua seara.3

 

1. Mt 28.19,20; Jo 17.30; At 1.8; 13.2,3

2. Mt 28.18-20; Lc 24.46-49; Jo 17.20

3. Mt 28.19; At 1.8; Rm 10.13-15

 

 

XIV - Educação Religiosa 

 

O ministério docente da igreja, sob a égide do Espírito Santo, compreende o relacionamento de Mestre e discípulo, entre Jesus Cristo e o crente.1 A palavra de Deus é o conteúdo essencial e fundamental nesse processo e no programa de aprendizagem cristã.2 O programa de educação religiosa na igreja é necessário para a instrução e desenvolvimento de seus membros, a fim de “crescerem em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”. À igreja cabe cuidar do doutrinamento adequado dos crentes, visando à sua formação e desenvolvimento espiritual, moral e eclesiástico, bem como motivação e capacitação sua para o serviço cristão e o desempenho de suas tarefas no cumprimento da missão da igreja no mundo.3
 

1. Mt 11.29,30; Jo 13.14-17

2. Jo 14.26; 1Co 3.1,2; 2Tm 2.15

3. Sl 119; 2Tm 3.16,17; Cl 1.28; Mt 28.19,20

 


O Mundo Vindouro

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Cremos que o fim do mundo está se aproximando1; que no último dia Cristo descerá do céu2, e ressuscitará os mortos da sepultura para retribuição final3; que uma solene separação então tomará lugar4; que o ímpio será condenado à punição, e o justo ao júbilo infindável5; e que este julgamento fixará para sempre o estado final dos homens no céu ou no inferno, sobre os princípios da justiça.6

Hávera a Segunda Vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira - invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda - visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos7 Todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra8 O juízo vindouro  recompensará os fiéis e condenará os infiéis9  A vida eterna será de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis10

 

1. 1Pe 4.7, 1Co 7.29-31, Hb 1.10-12, Mt 24.35, 1Jo 2.17, Mt 28.20, 13.37-40, 2Pe 3.3- 13 

2. At 1.11, Ap 1.7, Hb 9.28, At 3.21, 1Ts 4.13-18, 5.1-11 

3. At 24.15, 1Co 15.12-59, Lc 14.14, Dn 12.2, Jo 5.28-29, 6.40, 11.25-27, 2Tm 1.10, At 10.42 

4. Mt 13.49,37-43, 24.30-31, 25.31-33 

5. Mt 25.31-46, Ap 22.11, 1Co 6.9-10, Mc 9.43-48, 2Pe 2.9, Jd 7, Fp 3.18-19, Rm 6.23, 2Co 5.10-11, Jo 4.36, 2Co 4.18 

6. Rm 3.5-6, 2Ts 1.6-12, Hb 6.1-2, 1Co 4.5, At 17.31, Rm 2.2-16, Ap 20.11-12, 1Jo 2.28, 4.17

7. 1Ts 4.16. 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5 e Jd 14

8. 2Co 5.10

9. Ap 20.11-15

10. Mt 25.46

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